O Grupo Tholl é um orgulho para Pelotas e sempre assistir a qualquer espetáculo deles, me emociona por ver tamanha qualidade que consegue nascer nas imensas dificuldades às quais estão inseridos os artistas deste ponto longínquo deste Brasilzão. E hoje foi um destes dias de me emocionar. Tive o prazer de, com meus alunos do Braille, assistir à estreia de O Circo de Bonecos , a última empreitada do grupo, agora com uma peça de teatro e não uma multiapresentação circense como Tholl, Imagem e Sonho e Exotique . É sobre um artesão de bonecos (bailarina, palhaço, leão e urso) que ganham vida ao seu sinal, mas que aos poucos vão ganhando vida própria e querem com isso alçar novos ares. Peça eminentemente infantil, mas que encanta a todos pela candura do tema e pela absurda produção. A interação entre os músicos e os atores é fantástica. A sincronia, o bom gosto no uso das intervenções sonoras, tudo é visivelmente fruto de um trabalho exaustivo, mas que dá pra ver todo ele no palco. Fora is...
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