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Mostrando postagens com o rótulo Do Tempo do Epa

Do Tempo do Epa - 04/05/2011

Não sei se é efeito da derrota do Inter na Libertadores, mas estou há horas na frente do PC tentando escrever alguma coisa para o Do Tempo do Epa e não rola nada de interessante. Talvez ficar secando o combalido Grêmio fosse o melhor a fazer, relembrando velhas flautas do tempo de colégio, quando tinha gente que nem ia à aula quando seu time perdia. Só que no caso, é tão triste comemorar a desgraça alheia, quando sua própria casa está no chão, que nem isso me chama a atenção. E afinal, seria tão bonito se tivesse dado Grenal nas oitavas, que eu realmente não queria que o tricolor fosse desclassificado. Agora já sinto diferente: se é ruim ficar de fora, pior ainda seria a corneta homérica de ficar de fora e ainda ter que ver o Grêmio esfacelado conseguindo uma classificação heroica no Chile. É, pensando bem, acho que eu vou ficar aqui secando mesmo... Semana que vem, eu volto com alguma coisa mais legal de ser escrita (assim espero...).

Do Tempo do Epa - 01º/05/2011

Já que falei há algumas postagens abaixo sobre Thor e em como a Marvel está acertando a mão em todas suas adaptações, resolvi escrever um pouquinho, sobre quando isso NÃO acontecia. Sim, houve um tempo em que adaptações televisivas e cinematográficas de personagens de HQs eram vistos com desconfiança. Salvo raríssimas exceções como Superman de Richard Donner e os dois Batman de Tim Burton, a coisa era feia mesmo. O X-Men de Bryan Singer, em 2000, ensinou como se fazia uma transposição perfeita entre as duas plataformas, mas anteriormente era muito difícil ver alguém conseguir essa harmonia - além disso os efeitos especiais mais antigos não acompanhavam a imaginação dos quadrinistas. Fora os filmes já citados do Superman e do Batman, pouco se salvou. Os Conan do Schwarzenegger foram boas adaptações de um personagem realmente conhecido. Mas também lembro de Rocketeer , filme de 1991 de Joe Johnston (aliás, também diretor do novo Capitão América , 20 anos depois) foi bem legal - mas er...

Do Tempo do Epa - 20/04/2011

Que os EUA comemoram o dia 4 de julho de 1776 como sendo a data da sua independência do jugo britânico, todo mundo sabe. Agora me diga uma coisa: você sabia que os EUA já tiveram um Imperador? Se sua resposta é "não", não se assuste. Esse é um caso mais pitoresco que de cunho histórico na história estadunidense. Lendo o incrível segundo volume da Edição Definitiva de Sandman (logo mais escrevo minha crítica sobre ela; para ler a resenha do primeiro volume, clique aqui ), revi a HQ Três Setembros e um Janeiro. Nela, Neil Gaiman, em uma das melhores HQs da série, conta a curiosíssima história de Joshua Abraham Norton , o Imperador Norton I dos EUA. Esse cara foi um filho de empresário rico que botou todo dinheiro do velho fora em uma tentativa frustrada de golpe especulativo e estava em vias de se suicidar, quando do nada, mandou uma carta ao jornal San Francisco Bulletin se autodenominando o 1º imperador da história norte-americana. Ninguém importante (leia-se Washington e...

Do Tempo do Epa - 13/04/2011

Essa semana estou meio atrapalhadão com o trampo e então, peço desculpas desde já, pela simplicidade do texto. Rápido e rasteiro, é o seguinte: em função da volta do Falcão ao Inter, nada melhor que um Do Tempo do Epa para homenageá-lo. E como eu gostaria de mostrar o que de fato, significa Paulo Roberto Falcão para o cânone colorado, preferi escolher um vídeo com seus melhores momentos. Certamente as imagens falarão muito melhor que minhas palavras...

Do Tempo do Epa - 06/04/2011

Esses dias minha filha escutando a música " Pelotas " de Kleiton e Kledir, ouviu uma palavra desconhecida a ela e acabou me perguntando o que era " Carrinho de Lomba ". Bá! Ela tem 6 anos, mas eu não estranharia que alguém com 15 me perguntasse o que é. Eu nunca mais vi um carrinho de rolimã por aí. Acredito que o responsável por isso é o skate . Ele já existe há tantos anos quanto o carrinho, (ambos foram criados mais ou menos lá pelos anos 60) mas a pranchinha ganhou muito glamour e divulgação positiva por estar no centro dos X Games da ESPN . E assim, ele matou o antigo brinquedo da gurizada. Fora isso, o carrinho de rolimã, dava trabalho para fazer (não se comprava pronto, a gente - ou o nosso pai - fazia com as próprias mãos). Antes se achava isso parte da diversão, mas parece que para as gerações mais recentes, essa função toda é chata e desmotivadora. Imagina! O legal era escolher os rolimãs/rolamentos, colocar uma ponta de metal na alavanca de freio para sa...

Do Tempo do Epa - 30/03/2011

Vendo o sucesso que Débora Secco está fazendo atualmente no papel da china mais famosa do Brasil, Bruna Surfistinha, comecei a recordar seus primórdios, onde ela ainda nem tencionava ter todos estes dons sensuais que a transformaram neste furacão de mulher. Ela, com apenas 15 anos era a principal estrela de uma das séries que mais marcaram os anos 90: Confissões de Adolescente . Daniele Valente, Débora Secco, Maria Mariana e Georgiana Góes Débora era Carol, a pré-adolescente espivitada que não gostava de ficar com outras meninas, para ela, chatas, e só gostava de brincadeiras de guri. A série, que passou na TV Cultura em 94-95 com 40 episódios, foi baseada no premiado livro de Maria Mariana (aliás, outra menina-prodígio - escreveu esta obra antes dos 20 anos, inspirado-se em suas memórias e ainda foi atriz do seriado). Contava a história de quatro irmãs adolescentes que juntas, descobriam o mundo meio que por conta, pois o pai solteiro, o ótimo Luís Gustavo, tinha que lidar com toda...

Do Tempo do Epa - 23/03/2011

Falando de Chico Anysio e Renato Aragão no último 1, 2, 3... Fight!!! , grandes humoristas que tiveram seu ápice nos anos 80, resolvi fazer homenagem a outro comediante daquele tempo. Viva o Gordo e Abaixo o Regime (um trocadilho com a vigente ditadura militar) era o nome da peça escrita e encenada por Jô Soares que virou programa humorístico há 30 anos atrás. Entre 81 e 87, foi grande sucesso de audiência na Globo - mas sem o trocadilho... Posteriormente, de mal com a Poderosa, ele foi para o SBT e comandou por 3 anos o "Veja o Gordo" , que era basicamente igual - mas com uma abertura genial que bem no finalzinho, até satirizava a emissora do Roberto Marinho (o mundo dá voltas...). Semelhante ao estilo do Chico Anysio, ele tinha personagens fixos e convidados para seus esquetes. Dentre suas criações mais famosas se destacam o Capitão Gay , o Zé da Galera ("Bota ponta Telê!"), o Dentista Tarado , o par de padres que sempre falava da Tentação do Frei Serapião (...

Do Tempo do Epa - 17/03/2011

Um pequeno atraso por causa do PC dando encrenca, mas estamos de volta. Vi esse ano, o filme Nos Tempos da Brilhantina , que eu nem me lembrava mais, e acabei recordando da sua versão politicamente incorreta, mas que fez sucesso anos a fio na Sessão da Tarde - sim! isso passava no horário das crianças... Quem viveu nos anos 80 e não lembra da cena acima, é porque estava em outra galáxia. Isso é Porky's , man!!!! Se hoje existem American Pie e Superbad , é porque lá atrás, Pee Wee e sua turma ensinaram a eles como é que se faz. Afinal aquela galera aprontou tudo o que podia e muito do que também não podia para aloprar o Angel Beach High School , nos anos 50. Seios, pêlos pubianos e cenas de sexo a mil. Globo e SBT cansaram de passar isso em horário livre e ninguém morreu... Mas se é que é possível, dá até pra dizer que em vista de outras comédias atuais, Porky's era uma versão até inocente da vontade adolescente de perder a virgindade, tema mais abordado em 11 de cada 10 filme...

Do Tempo do Epa - 09/03/2011

Vendo a apuração das notas do carnaval do Rio, comecei a recordar de antigos desfiles e de algumas coisas que não vemos mais hoje em dia. Na verdade, até que o carnaval deste ano foi bem legal por conta da Tijuca com toda aquela doideira sobre filmes e a exaltação pública ao trabalho fantástico do carnavalesco Paulo Barros, o "novo Joaosinho Trinta". Não vi a campeã Beija-Flor (que no meu tempo não ganhava nada, mas nesta última década andou se esbaldando em títulos - 6 com o de hoje), mas dizem que a homenagem ao rei Roberto Carlos estava muito linda, também. Mas tirando essas honrosas exceções, os últimos carnavais estavam muito chatos e ninguém mais estava dando bola para eles. Tanto é, que para ver se aumentava o interesse, se fez uma concessão, ao meu ver, absurda: as escolas desde uns 3 anos para cá, podem reeditar antigos sambas-enredo . Maior atestado de incompetência, impossível. Há um tempo atrás, a Globo passava durante pelo menos uns 3 meses as músicas (na íntegra...

Do Tempo do Epa - 02/03/2011

Hoje vamos revolver uma das maiores manias entre os adolescentes no final dos anos 80 e início dos 90, uma verdadeira febre multimídia: as Tartarugas Ninjas . Talvez muita gente não saiba, mas eles surgiram direto no famoso desenho animado, e sim, nasceram desta forma aí de cima, como personagens de histórias em quadrinhos. O supergrupo surgiu de um brainstorming, aquela técnica de criação onde diversas pessoas vão soltando várias ideias aleatórias em torno de um tema comum, para no final chegarem a uma proposição definitiva. Kevin Eastman e Peter Laird, dois desenhistas desconhecidos, juntaram uma grana e criaram um selo, a Mirage Comics, e publicaram seus inusitados personagens em 1984. E não pensem que era aquela coisa limpinha e mais voltada ao público infantil como os desenhos que passavam na Xuxa. Ali, o bicho pegava e a sangueira rolava solta, com pauleiras ninja, mesmo. Foi um sucesso no meio underground, que acabou em estourando em duas outras mídias: primeiro na TV em 87, já...

Do Tempo do Epa - 23/02/2011

Tarde chuvosa, inspiração fácil para escrever um Do Tempo do Epa . Comecei a lembrar que nesta parte do dia, a eterna Sessão da Tarde tinha uma dupla que era habitué ali e que todos nós adorávamos: Terence Hill e Bud Spencer . Esses dois italianos eram uma espécie de Asterix e Obelix de carne e osso, sempre envolvidos em aventuras mil, onde a porrada (daquelas mais fake o possível, que passam longe do rosto dos bandidos e desmaia os caras na hora!) comia solta. Também eram chamados de Trinity, por causa do seu primeiro sucesso juntos Meu Nome é Trinity , eles fizeram nada menos que 18 filmes em comum (embora a parceria de fato, tenha começado lá por 72). Eram Westerns spaghetti, aventurões descompromissados, sempre algo que visasse nada mais que diversão. Como curiosidade, quem vê o gordo Spencer, em sua caracterização sempre Maçaranduba de ser, não pode imaginar que ele é formado em direito, fala 6 línguas (inclusive português, morou aqui 3 anos) e foi atleta da Itália nas Olimpía...

Do Tempo do Epa - 16/02/2011

Era uma vez, uma terra distante, longe da civilização... Neste local, a música sempre fez parte da cultura do povo que lá vivia, porém, a forma que ele o consumia era extremamente primitiva. Lá não havia internet, Napster, Emule, torrents, downloads pagos, rádio online e afins. Também não havia ferramenta para acesso de vídeos como o YouTube. Entretanto, os silvícolas eram criativos e principalmente, pacientes. Alguns deles, ficavam aguardando na frente do rádio (sem ter ideia precisa de quando iriam conseguir) para gravar as músicas prediletas deles, no momento exato em que eram transmitidas, com um antigo equipamento chamado fita K7 . Esse processo levava muitas horas, comumente, dias, para ser concluído da forma desejada. E isso, rezando para vinheta da rádio não entrar no meio da canção (ou o DJ emendar uma outra música nela) e estragar todo o trabalho. Essa era a maneira mais comum que os selvagens possuíam de fazer coletâneas musicais. Mas e o rosto dos artistas? Eles também quer...

Do Tempo do Epa - 09/02/2011

O nosso blog no final de abril, vai completar dois anos no ar . Ano passado, no primeiro aniversário eu nem me dei conta e deixei a data passar totalmente batida. Em 2011, não cometerei tal gafe. Em comemoração, estou me incumbindo de um projeto que até é meio longo, mas de forma alguma, trabalhoso. Irei me inspirar no que o amigo D.T.S. fez em relação à sua 200ª postagem no Resenha de Filmes - uma homenagem à obra de Jean-Luc Godard , comentando em sequência 10 filmes dele. No meu caso, farei resenhas sobre aquele que é, talvez, meu diretor predileto: Alfred Hitchcock , considerado por muitos, o maior de todos os tempos. O velho Hitch sempre foi uma grande inspiração para mim na maneira que eu desenhava minhas histórias em quadrinhos. Aqueles quadros milimetricamente bem construídos, o objetivo constante de transormar o espectador em cúmplice, os olhares que diziam mais que palavras... Toda a forma em como Hitchcock pensa a contagem de suas histórias, me fascina. Só que como eu já vi...

Do Tempo do Epa - 02/02/2011

Tem coisas que morrem e a gente nem imagina o porquê. Como é nunca mais eu vi nenhum guri jogando Futebol de Botão ? Putz, eu lembro da minha alegria quando o pai me comprava times novos para minha coleção. Claro que eu só jogava com o Inter, mas tínhamos que ter outros times para jogar com os amigos que nos visitassem. Eu incomodava meu tio - que para sua infelicidade, era meu vizinho - pra jogar comigo todos os dias de tanto que eu gostava daquilo. Botão de plástico, acrílico e os melhores de todos: os puxadores , quanto mais camadas, mais respeitado era o jogador que os possuía. Eu até nem gostava dos puxadores, pois eram muito altos e a palheta não deslizava direito. Mas quem tinha puxadores, tinha moral, mesmo que não jogasse nada. Só que o que eu mais curtia mesmo, era uma coisa que aprendi com meu amigão de infância, Fafone: escrever os nomes dos jogadores em um papelzinho e colar com durex em cima dos botões. Sabe o que a gurizada faz agora nos games de futebol, nomeando os pla...

Do Tempo do Epa - 26/01/2011

Semana passada escrevi no Mete o Rock! sobre one-hit bands e acabei citando Bangles, com "Eternal Flame" como sendo uma dessas bandas. E disse que essa música acabou na trilha da novela Que Rei Sou Eu? , que eu considero a melhor internacional que já houve. Pois, bem. Vamos falar então de algo do tempo do epa, coisa em desuso: comprar CDs (já nem digo discos) e mais especificamente ainda, CD de novelas ... A minha vó, era religioso, nos anos 80 e início dos 90, comprava todos os discos de todas as novelas que existiam . Então, tenho alguma base para falar sobre alguns desses exemplares que eram realmente bons. Isso era uma grande moda na época em que não existiam downloads avulsos para músicas específicas (no máximo, a gente ficava esperando tocar na rádio para gravar em uma fita). Ou a gente comprava o disco inteiro por uma música (vá que fosse uma one-hit wonder , né?), ou comprava o disco da novela que tinha uma coletânea de músicas boas de diversos artistas. Em prisca...

Do Tempo do Epa - 19/01/2011

Dia desses estava vendo uns DVDs da Xuxa com a minha filha e comecei a rememorar do meu tempo de criança, quando a gaúcha iniciou sua carreira. O Xou da Xuxa existiu de 86 a 92 e que foi um xuxexo absoluto de audiência infantil. Com uma mistura de brincadeiras de palco, atrações musicais e números circenses que dominaram as manhãs daqueles tempos. Os inúmeros assistentes acabaram entrando para o panteão cultural infanto-juvenil brasileiro. Ou alguém da época esquece paquitas, paquitos, Dengue, Praga, Duda Little, Moderninho ... Mas o grande diferencial eram os desenhos animados apresentados. O que passava no Xou da Xuxa era a nata da produção de animação que existia. E pode parecer papo de velho, mas de fato eram desenhos realmente bons, que marcaram tanto que diversos deles migraram para outras mídias (quadrinhos, séries, filmes, games...). O trio de ferro era He-Man , Thundercats e Caverna do Dragão , certamente os mais amados do programa. Mas muitos outros também puderam ter grand...

Do Tempo do Epa - 17/01/2011

Edição referente a 12/01/2011. Planeta Atlântida tá aí. O maior evento musical do sul do Brasil desde 96 no RS e 97 também, em SC. Só que eu sou do tempo em que esse era um evento de pop-rock . Olhando o plantel de artistas da edição de SC deste ano me apavorei com a diferença de nível que em tão pouco tempo este festival descambou. Uma mistura de sertanejo, tecno, pagode e sei-lá-eu-mais-o-quê, que me deixou abismado. Dá uma olhada: Michel Teló , Jeito Moleque , SOJA , Luan Santana , Monobloco , Guilherme & Santiago, Infected Mushroom e Life is a Loop . Pelo menos, eles ainda se salvaram um pouco escalando Nando Reis , Armandinho, Chimarruts e o Capital Inicial , que embora decadente, ainda é um alento no meio desta mistureba que em nada lembra a proposta inicial do Planeta. Até o Restart , que pode até ser uma musiquinha para miniadolescentes, mas pelo menos tem uma levadinha mais roqueira, quebra mais o galho do que este monte de alienígenas que tomaram conta dos barrigas ve...

Pra variar, correria

Galera, como esta semana foi bem atribulada, eu iria postar o Do Tempo do Epa e o Mete o Rock! hoje. Só que estou meio atrapalhado pois irei para Bagé na formatura da minha prima hoje de tarde e ainda tenho umas quantas coisas para fazer. Ou seja, hoje o blog vai ficar parado. Volto amanhã de tarde, então acho que domingo eu coloco as duas colunas atrasadas e mais o Lista do Barbosa deste mês. Valeu!

Do Tempo do Epa - 29/12/2010

Já que já falei de ioiô e de atari em algumas colunas atrás, vamos pra outra brincadeira que fazia a festa da galera há priscas eras: jogos de Super Trunfo . Era uma febre e tinha de tudo que era assunto. Tudo mesmo: esse aqui tinha como personagens Hitler, Mussolini, Che Guevara e Stalin! O precursor dos RPGs atuais era uma diversão maravilhosa, pois além de ser bacanérrimo, ainda nos instruía sobre alguns assuntos fundamentais de cultura inútil, como o peso do Hulk, número de passageiros de tal avião ou quantos anos vivia um pterodáctilo! Mas bom mesmo era roubar e fingir embaralhar as cartas e na verdade ficar com as melhores no seu bolinho - quando a gente tem 8 anos é mais legal ganhar do que arriscar ficar triste... Ele ainda tinha uma segunda opção de jogabilidade que era a de juntar quartetos (A1, A2, A3 e A4...), mas o bom mesmo era o Trunfo de duelo. Atiçava a memória da gente (tínhamos que saber o que nossa carta tinha de melhor que os outros), atenção (contar as cartas pra ...