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Do Tempo do Epa - 29/12/2010

Já que já falei de ioiô e de atari em algumas colunas atrás, vamos pra outra brincadeira que fazia a festa da galera há priscas eras: jogos de Super Trunfo.

Era uma febre e tinha de tudo que era assunto.

Tudo mesmo: esse aqui tinha como personagens Hitler, Mussolini, Che Guevara e Stalin!

O precursor dos RPGs atuais era uma diversão maravilhosa, pois além de ser bacanérrimo, ainda nos instruía sobre alguns assuntos fundamentais de cultura inútil, como o peso do Hulk, número de passageiros de tal avião ou quantos anos vivia um pterodáctilo!

Mas bom mesmo era roubar e fingir embaralhar as cartas e na verdade ficar com as melhores no seu bolinho - quando a gente tem 8 anos é mais legal ganhar do que arriscar ficar triste...

Ele ainda tinha uma segunda opção de jogabilidade que era a de juntar quartetos (A1, A2, A3 e A4...), mas o bom mesmo era o Trunfo de duelo.

Atiçava a memória da gente (tínhamos que saber o que nossa carta tinha de melhor que os outros), atenção (contar as cartas pra ter alguma noção de contra o quê teríamos de apostar), entre outras habilidades.

Mas o melhor foi que eu joguei o da F1, no tempo do Senna e do Piquet. Aí, os brasileiros eram sempre das melhores cartas.

Imagina se já existisse o Schumacher na época... Ia ser um saco se o adversário estivesse com ela!

Pra quem não entende o que é isso, existe algumas opções de jogos de Trunfo online, onde dá pra jogar contra o computador e até é bacana.

Mas já aviso, esse não dá pra esconder as melhores...

Comentários

Paulo Dias disse…
Embora seja dessa época, nunca fui apresentado, vou dar uma pesquisada. Como diz o Zeca Pagodinho sobre o caviar, "nunca vi, nem comi eu só ouço falar".
Abraço.
Rafael Barbosa disse…
dá uma olhada no link pra jogar o trunfo da F1 online q eu botei, tu vai t fissurar, é muito legal

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