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Mostrando postagens com o rótulo Esporte

Filme: Creed II

2018 EUA 131 min Direção: Steven Caple Jr. Elenco: Michael B. Jordan, Sylvester Stallone, Tessa Thompson, Dolph Lundgren Dividido entre as obrigações da vida pessoal e o treino para sua próxima grande luta, Adonis Creed encara o maior desafio de sua vida: enfrentar um o filho de Ivan Drago, o homem que matou seu pai no ringue. É um resgate do Rocky IV que não apenas pega carona na atual onda saudosista, mas que inclusive ressignifica em parte o filme de 85, dando mais camadas aos personagens e fazendo com que ele hoje possa ser visto como além daquela propaganda forçada pró-EUA nos tempos finais da Guerra Fria. Michael B. Jordan e Stallone continuam ótimos e o arco deles continua fazendo sentido. Embora tenha sido trabalhado, eu teria investido ainda mais na relação do Drago e do filho; é ali que a gente percebe o quão perigoso em suas motivações é o desafiante. Não há nenhuma referência ao doping do personagem, o que me pareceu errado, pois era parte fundamental d...

Minissérie: 10 Segundos Para Vencer

2019 ~30 min 4 episódios Direção: José Alvarenga Jr. Elenco: Daniel de Oliveira, Osmar Prado Conhecido como "Galinho de Ouro", por ter sido eleito o maior peso galo da história do boxe, Eder Jofre é considerado um dos maiores boxeadores de todos os tempos, sagrando-se campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos. Eu não vi o filme, então a série da Globo foi uma boa oportunidade de conferir essa biografia do Éder Jofre.  Dois aspectos positivos se sobressaem na obra. Primeiro, o par principal, pai e filho, está excelente, ótima química, embora o sotaque do Osmar Prado tenha sido uma composição estranha (de um argentino radicado no Brasil que lá de vez em quando escapa uma palavra em espanhol).  Também me chamou a atenção a qualidade das lutas. O Daniel de Oliveira apanhou de verdade aqui e mesmo não sendo um esportista nato (os movimentos de socos dele são um pouco lentos e duros), quando ele sobre no ringue, a potência dos golpes dados e recebidos é...

Filme: Uma Razão Para Vencer

The Miracle Season 2018 EUA 101 min Diretor: Sean McNamara Elenco: Helen Hunt, Erin Moriarty, William Hurt Após a morte de sua estrela, a jogadora Caroline “Line” Found, a equipe feminina de vôlei West High da cidade de Iowa e sua improvável corrida para o campeonato estadual sob a orientação de sua treinadora durona Kathy Bresnahan (Helen Hunt). Tem pelo menos três ótimas premissas: é baseado em uma história real, tem uma dupla vencedora do Oscar (William Hurt e Helen Hunt), e claro, é sobre o esporte que eu pratico há 30 anos, ou seja, tenho algum apreço pelo tema. Mas... Não funciona. Para fazer um filme de esporte, deve-se, no mínimo, tentar dar credibilidade ao que é mostrado. Aqui, as cenas dos jogos não são boas, a menina que faz a nova levantadora até é boa atriz, mas não leva nenhum jeito pra jogar vôlei, o que compromete bastante (até o Tom Cruise no Top Gun engana melhor) e em certa cena até a líbero faz um saque, o que qualquer um que tenha uma mín...

O início de 2019 Grenal: uns chutes

Começando óbvio, pelo Inter: - Se vier o Sóbis, como parece que sim, seria uma ótima. Eu adaptaria o esquema para jogar com ele e o Potkker mais à frente (este vinha jogando aberto pela direita, onde tem força pra ajudar na marcação, mas prejudicando sua ação ofensiva, ficando longe da área), jogando num 4-4-2 com o meio-campo em linha e dois caras espetados na zaga adversária tipo a seleção de 94 e o Uruguai há três Copas seguidas. - A não ser que ele entre em uma troca mais vantajosa ainda (vindo um centroavante realmente bom, já que o Jonathan Alvez parece insuficiente para as pretensões do ano e o Guerrero só em abril), daria uma segunda chance pro Valdívia que foi descartado lá na Arábia. Já se provou muito colorado e tem qualidades (no último bom Inter, era um dos, senão o principal destaque). Acho que vale a tentativa. - Neílton é muito bom jogador, tomara que não pese a camisa. O tal Parede é incógnita. Pelos vídeos parece ter boa imposição e chutar bem com as duas...

Lista do Barbosa - 10/04/2011

Quando aconteceu, mês passado, o anúncio da aposentadoria do Ronaldo Fenômeno , lembrei da sua célebre parceria com o Rivaldo em 2002 e tive a ideia de fazer uma lista entre grandes duplas que já engrandeceram nosso esporte. Lista dificílima, por sinal, porque só tem monstro sagrado. Mesmo com o futebol dominando a preferência nacional (mesmo a final do Campeonato Mundial de Vôlei ano passado, com o Brasil sendo campeão, a audiência foi menor que um jogo qualquer do Brasileirão, uma vergonha), há muitos atletas que tiveram tanto destaque nas suas respectivas áreas, que mereceram um posto bem alto na nossa lista. Para eletizar um pouco mais esse rol, colocamos apenas duplas que tenham sido campeãs mundiais e/ou olímpicas, o que tirou da briga grandes parcerias como Oscar e Marcel e Adriana Behar e Shelda (foram campeãs mundiais, mas não olímpicas, então ficam atrás de Jack e Sandra, que acabaram dentro da lista). Então, vamos lá às Melhores Duplas do Esporte Brasileiro em Todos os Tem...

Anderson Silva liquida Vítor Belfort

Era esperado que Anderson Silva ganhasse do combalido Vítor Belfort. Anderson é o atual campeão da categoria, não perde há quase 4 anos, tem o recorde de vitórias consecutivas (agora são 14) do UFC e considerado o maior lutador de MMA do planeta... O que não se esperava, era como a vitória veio. A luta começou tão ruim, mas tão ruim, que já tinham se passado dois minutos e simplesmente eles não haviam se tocado. E as vaias começaram fortes. Vítor arriscou um chutinho, veio um contragolpinho... mais um minuto nessa ladainha (agora eles chamam de "respeitar o adversário"), quando de repente, PÁ!!! Um chute frontal, que passa no meio das duas mãos do Vítor e destroi o queixo dele, que já cai com uma perna pra cada lado, joelho no chão e vendo todos os aneis de Saturno à volta da cabeça dele. Um golpe impressionante, tanto pela força, como pela velocidade e precisão cirúrgica. Nocaute sensacional logo no primeiro assalto. Mas o melhor é ver esse touro em forma de gente, depois da...

Recordar é viver

Fantástica a iniciativa de fazer um jogo beneficente entre o Guga e o grande André Agassi para comemorar os 10 anos do título da Masters Cup, que alçou o nosso tenista ao patamar mais alto deste esporte. O resultado foi o que menos importou - era meio esperado que o Guga com 34 anos ganhasse do Agassi, com 40. O mais legal foi poder curtir de novo aquela coisa boa que era torcer pelo guri de Floripa. Ouvir novamente aqueles ÃÃÃÃÃÃÃÃ pra um lado e pro outro. Rever aquelas (pelo menos algumas delas) paralelas impossíveis com a esquerda de Picasso, como denominou Kafelnikov, um dos grandes oponentes do Guga nos anos 90. Ver a mãe do Guga (que teve uma tirada de mestre dizendo que o Guga era o filho predileto dela do meio ...) torcendo intensamente a cada ponto do filhão. Ver o Larry Passos com aquele sorriso de orgulho o tempo todo. E claro, também reverenciar um dos maiores nomes do tênis em todos os tempos, que foi André Agassi, um gênio - sim, porque ser o maior rival de Pete Sampras, ...

Ganhou, mas poderia ter sido melhor ainda

Com muito esforço, consegui nesta madrugada conferir a atuação do pelotense Maiquel Falcão no maior evento de MMA do mundo, o UFC, na sua 123ª edição (quando meu pai tinha videolocadora, nós tínhamos do 1 ao 4, três ganhos pelo grande Royce Gracie...). Na real, a luta começou bem ruim, com os dois lutadores "amorcegando", não se expondo. Depois de 3 minutos sem acontecer nada e com o público vaiando horrores, o Maiquel foi pra cima e acertou uma boa sequência de golpes e levou Gerald Harris pro chão. Engatou um mata-leão, mas terminou o assalto - o legítimo "salvo pelo gongo". No 2º, aí sim, ele teve mais confiança e foi pro pau de verdade. Bateu bastante, mas ficou de novo no quase. Aí, já ganhando a luta, foi pro round final só pra esperar Harris ir pra cima e tentar defender a vantagem. Só que o outro era um pipoqueiro de marca maior e mesmo perdendo, não se arriscou nada em 5 minutos de assalto. Resultado: a última parte da luta não teve absolutamente nenhum go...

Uma a menos

Clique na imagem para aumentá-la. Valeu, Paul! Uma a menos... N.B.: resolvi postar todas as minhas impressões deste show épico na quinta-feira (terei mais tempo para organizar o monte de vídeos que fiz) no espaço mais apropriado, o Mete o Rock! . Aguardem.

Do Tempo do Epa - 20/10/10

Por C. Henrique Mércio NUNGESSER ET COLI Muita gente acredita que o piloto norte-americano Charles Lindbergh, tenha sido o primeiro piloto a voar sobre o Oceano Atlântico, em 1927, fato que o tornou célebre, como um dos aviadores mais famosos do mundo. Para outros entretanto, o “Águia Solitária” seria o segundo a realizar tal proeza e que o mérito pelo pioneirismo pertenceria aos pilotos franceses Charles Nungesser e François Coli (na verdade, a primazia coube aos britânicos John Alcock e Arthur Whitten Brown, em 1919). Sem GPS, telefonia móvel e outros recursos, quem seriam esses malucos? Nos anos dez do Século XX, o ainda novo mundo da aviação foi sacudido por um desafio diferente: um prêmio de US$ 25.000,00 para quem realizasse a travessia sem escalas do Atlântico. Muitos pilotos foram tentados a ganhá-lo. A grande maioria imaginava o trajeto decolando de Nova Iorque e pousando em Paris. Veterano dos combates aéreos da I Guerra Mundial, o capitão François Coli interessou-se pelo f...

Segundo Escalão

Muita gente está elogiando o atual time de basquete do Brasil, pois jogou boas partidas neste mundial da Turquia. Bem, eu sou do tempo em que a gente não se contentava em apenas jogar bem. Quer dizer, até é um avanço para a decadência recente de ficar de fora das últimas três Olimpíadas, mas ainda é muito pouco para um país do nosso tamanho e que já foi bicampeão mundial nesta modalidade. O problema é que o time ficou tanto tempo perdendo, que já não sabe mais ganhar. Esteve na frente dos EUA e da Argentina em muitos momentos dessas partidas, mas é aí que o time desanda. A equipe se assusta quando está ganhando e entrega a rapadura. Se contenta em perder de pouco, para depois dizer que jogou bem, faltou experiência, que o adversário jogou muito, blá, blá, blá... Sempre há uma desculpa. Sempre se diz que na próxima competição "vai". Sempre se fala do futuro, mas o presente é sempre de derrotas. Não tem mais nenhum supercraque como Oscar, mas tem material humano de bom nível (n...

Filme: Invictus

EUA , 2009 - 134 Drama Direção: Clint Eastwood Elenco: Morgan Freeman, Matt Damon, Tony Kgoroge, Patrick Mofokeng, Matt Stern, Patrick Lyster, Penny Downie, Shakes Myeko Não é apenas um filme sobre esporte, mas sim um pequeno retrato de um dos maiores personagens da história da humanidade: Nelson Mandela . Depois da queda do apartheid na África do Sul e durante seu primeiro mandato como presidente, Mandela fez de tudo - e conseguiu - que o país sediasse Copa do Mundo de Rugby (esporte dos brancos sul-africanos; o esporte dos negros era o futebol) de 1995. O filme mostra como esse homem de inteligência ímpar, conseguiu de maneira brilhante usar o esporte como elemento de união entre os agora mandatários da sua nação, e seus antigos opressores. Foi uma das lições mais fortes sobre valores humanísticos que já vi em um filme e talvez por ter sido atleta e ter escolhido esse caminho para a minha vida, fiquei extremamente emocionado durante todos os 134 minutos da exibição. É d...

Atletas de verdade

Quando nós, professores de Educação Física recomendamos que crianças façam esporte, não estamos apenas querendo que eles pratiquem exercícios físicos para sua saúde. Também queremos que eles aprendam valores importantes para a formação de sua personalidade, como trabalhar em equipe, ter persistência, paciência, saber perder e ganhar etc. Ontem, no Grenal vimos dois casos muito claros de jogadores de futebol - porque na minha concepção só podem ser chamados assim, nunca de atletas - sem esse tipo de aporte emocional. O que fez o Taison, dando um chute absurdo no Jonas - que estava provocando o tempo todo, bem que se diga - é o exemplo clássico de quem não aprendeu a perder. Se queria que o cara ficasse quieto, que fizesse um gol, coisa que com a sua atuação pífia, Taison passou longe. E houve também o diametralmente oposto: lamentável a atitude do Hugo correndo o campo com um "caixão" colorado. Ganhar, todo mundo quer, mas tripudiação é algo totalmente desnecessário que só acr...

Grande Armando

Armando Nogueira fez parte da minha adolescência. Primeiramente pelos seus maravilhosos textos que o Diário Popular publicou durante anos, todas quartas e domingos. E depois, principalmente no (para mim) finado Cartão Verde, mesa redonda que marcou época nas noites dominicais. Dava o Apito Final na Band, com o Luciano, o Gérson, o Rivellino e o Tostão (que trio!) e logo, depois a gente trocava para a TVE e lá estavam o Armando (e depois que ele saiu o Juca Kfouri) e mais o Flávio Prado e o José Trajano. Que saudade. A elegância, a simplicidade, a autenticidade da paixão que ele tinha pelo esporte e sua absurda habilidade na escrita, faziam dele um personagem incomparável dentro da imprensa esportiva brasileira. O homem que um dia escreveu que até a bola do jogo pedia autógrafo para Pelé, vai deixar muitas lembranças boas.

César Cielo - um superatleta superesperto

O maior atleta brasileiro da atualidade, está se encaminhando para ser um dos maiores da nossa história. Ser o recordista mundial das 2 provas mais rápidas da natação é coisa para fenômenos. E além de tudo, o cara teve uma sacada de mestre, aliando uma enorme competência, a um senso aguçadíssimo de oportunidade: com o fim da utilização dos supermaiôs em 2010, ele deixou pra bater esse recorde bem no finzinho deste ano. Caso os recordes conseguidos com eles não sejam descartados - algo que está em questão - muito provavelmente, sua marca vai perdurar por muitos, mas muitos anos mesmo, visto que os maiôs garantiam cerca de 0,6 s a menos no tempo de nado, a cada 50m. Além de bom, é malandro. Esse merece.

Entregar ou não?

Em cima de toda polêmica - justa, e por isso o esporte é tão apaixonante - criada em torno de Flamengo e Grêmio, claro que eu não poderia deixar de meter minha colher. Se eu sou atleta tricolor, eu pediria para ficar de fora se não quisessem que eu desse o meu melhor, pois não concebo um atleta, na verdadeira acepção da palavra, entrar em uma partida sem o intuito de dar o seu máximo esforço, sempre, independente da situação. Se quisessem perder, que não contassem comigo. Mesmo que fosse pra prejudicar o maior rival. Eu cuido de mim e os outros, deles próprios. Nao me serve ter uma conduta ética só quando me convém. Eu, jogo sempre no talo. Par ou ímpar, ou final de Copa do Mundo. Isso, é ser atleta, na minha cabeça. É nisso que eu acredito. Tomara que amanhã, do lado tricolor, tenham caras que pensam como eu.

Argentina na Copa, isso é mau...

Não importa de que forma eles classificaram. Contra o Peru em casa com gol impedidaço e penaltis contra não-marcados e hoje com um gol fortuito, vindo de um bate-rebate na área - como aliás, vem sendo junto com os cruzamentos de qualquer lado, as únicas jogadas do time do Maradona, "técnico" que já convocou 81 (!) jogadores,mostrando toda sua convicção. Agora, já era. ELES chegaram lá. E com um ano inteiro pra esquecer essa ruindade toda das Eliminatórias, pode escrever que eles virão favoritíssimos na África. Essa de Argentina na Copa fica mais bonito e coisetal, não me pega. Era um a menos. Depois o cara perde pra eles (acabei de bater 3x na madeira) que nem em 90 e eu quero ver o que esses caras vão dizer...

O Centro do Mundo

Agora, sim. Está começando a cair a ficha. Sim, porque uma coisa é o Brasil realizar uma Copa do Mundo, sendo candidata única e com um rodizio definido pela FIFA que praticamente nos deu a competição de bandeja. Outra, muito diferente, é o que aconteceu ontem, em Copenhague. O número de exigências é gigantesco para se sediar uma Olimpíada e os membros do COI não tem nenhuma intenção, nem motivo para serem bonzinhos. Lá, o bicho pega mesmo. Então, não tem nada de diminuir o feito do Rio, não. Pode-se dizer que fazer uma Olimpíada em solo Sul-Americano tem todo um apelo político e coisetal. Então porque outra cidade (ou país) abarcou a ideia? Ora, porque a concorrência é absurda e dir-se-ia a uns anos atrás, ser impossível uma cidade do Terceiro Mundo bater os poderosos do hemisfério norte. Pois é, o impossível aconteceu. E a choradeira de Madri é algo típico de quem foi metrópole e agora leva uma rasteira da colônia de índios. Dizer que era "tudo carta marcada", blá-blá-blá, q...

Rio 2016

Estou esperando a poeira baixar um pouco pra amanhã escrever tintin por tintin a minha visão deste feito histórico e suas repercussões em diversas áreas. Este fato merece um texto mais caprichado...