Já que já falei de ioiô e de atari em algumas colunas atrás, vamos pra outra brincadeira que fazia a festa da galera há priscas eras: jogos de Super Trunfo.Era uma febre e tinha de tudo que era assunto.
O precursor dos RPGs atuais era uma diversão maravilhosa, pois além de ser bacanérrimo, ainda nos instruía sobre alguns assuntos fundamentais de cultura inútil, como o peso do Hulk, número de passageiros de tal avião ou quantos anos vivia um pterodáctilo!Mas bom mesmo era roubar e fingir embaralhar as cartas e na verdade ficar com as melhores no seu bolinho - quando a gente tem 8 anos é mais legal ganhar do que arriscar ficar triste...
Ele ainda tinha uma segunda opção de jogabilidade que era a de juntar quartetos (A1, A2, A3 e A4...), mas o bom mesmo era o Trunfo de duelo.
Atiçava a memória da gente (tínhamos que saber o que nossa carta tinha de melhor que os outros), atenção (contar as cartas pra ter alguma noção de contra o quê teríamos de apostar), entre outras habilidades.
Mas o melhor foi que eu joguei o da F1, no tempo do Senna e do Piquet. Aí, os brasileiros eram sempre das melhores cartas.Imagina se já existisse o Schumacher na época... Ia ser um saco se o adversário estivesse com ela!
Pra quem não entende o que é isso, existe algumas opções de jogos de Trunfo online, onde dá pra jogar contra o computador e até é bacana.
Mas já aviso, esse não dá pra esconder as melhores...

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Abraço.