Pular para o conteúdo principal

Receitas Matadoras - 23/04/2011


Findi passado, sábado de tarde, eu deitado lendo meu Sandman e a patroa zapeando os canais, quando algo chamou a atenção dela - e a minha.

Era o programa do Olivier Anquier e o francês estava dando uma receita de rabanada. Até aí, tudo tranquilo, pois até nós já demos aqui no blog, uma receita de rabanada.

O detalhe é que fez a diferença: era uma Rabanada com Chantilly e Morangos... só pela beleza do prato, já dava pra ver que vinha coisa boa dali. Fui voando no super para comprar as frutas e a Pati se foi para as panelas e deusulivre! Bom demais!

Então sem mais delongas, lá vai a super-receita:

Ingredientes

Rabanada
  • Pão dormido ou de forma;
  • 1 ovo;
  • 1 xícara de leite;
  • 1 colher de sopa de açúcar;
  • 1 colher de sopa de manteiga;
  • 1 fio de óleo.

Coulis de morango
  • 1 caixa de morangos;
  • 1 colher de sopa de açúcar.

Chantilly
  • 1 xícara de creme de leite fresco;
  • 1 pitada de sal;
  • açúcar a gosto;
  • morangos para servir junto.

Modo de preparo

Rabanada: Bater os ingredientes do creme, com o batedor manual até misturar bem, aquecer a manteiga com um fio de óleo. Quando estiver quente, ir colocando as fatias de pão e dourando bem dos dois lados.

Coulis de morango:
Bata os morangos com o açúcar em liquidificador, leve ao fogo baixo com umas gotinhas de limão até ficar em ponto de calda, pode usar também o coulis fresco sem cozinhar se preferir.

Chantilly
: Bater o creme com uma pitada de sal até começar a ficar firme, adicionar o açúcar e bater até dar o ponto.

Muito importante agora: a ordem de como os ingredientes são servidos!
  1. Rabanadas embaixo;
  2. Depois, morangos frescos fatiados;
  3. Chantilly (ou sorvete de creme, o Oliver dava essa opção) por cima;
  4. Coulis (a calda) por cima do chantilly
Se quiser, mais uns moranguinhos por cima de tudo, fica mais bonito, mas aí, é ao gosto do chef.

Quem não gostar dessa receita, só pode estar de mal com a vida, não tem outra...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Filme: A Esposa

The Wife EUA 101 min Direção: Elenco: Gleen Close,  Jonathan Pryce, Christian Slater Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe e sua carreira literária. Assediada por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos enterrados finalmente virão à tona. Gosto de filmes que começam de um modo e aos poucos vão se revelando e mudando as expectativas iniciais da trama. Este é um deles.  Um roteiro cheio de sutilezas, bem dirigido e potencializado por ótimas atuações, em especial, claro, da Gleen Close. Olivia Colman foi bem em A Favorita, mas nem perto do desempenho da protagonista deste filme aqui. Tanto as palavras quanto os silêncios dela dizem tudo. Performance sensacional, mesmo. ...

Para começar bem a semana

Vídeo quadrinho e bagaceiro, que pra variar, chupei do Sonâmbulo Suicida , sobre um dos jogos que mais curti nos bons tempos de Super Nintendo: é o funk do Mortal Kombat!

Filme: Larry Crowne - O Amor Está de Volta

Larry Crowne EUA, 2011 - 98 min Comédia / Romance Direção: Tom Hanks Elenco: Tom Hanks, Julia Roberts, Bryan Cranston, George Takei, Cedric 'The Entertainer' Quando dois, nem digo super, mas sim, mega-astros se unem para estrelar um filme, o senso comum diz que ele deve ser no mínimo, interessante. Hã... não. Larry Crowne não é bom, não. A trama é a seguinte: depois de ser demitido, o amável Larry Crowne volta para a faculdade, onde se apaixona por sua professora casada. Uma historinha mixuruca, Tom Hanks atuando como se fosse Forrest Gump 2 e Julia Roberts no papel mais chato de sua vida. Pelo menos Hanks, mesmo com um roteiro fraco em mãos, mostra uma ótima mão para dirigir em um incrível hiato de 15 anos sem praticar a habilidade em longas (só havia dirigido o ótimo The Wonders do distante 1996). E o grande George Takei (o eterno Sulu de Star Trek) rouba a cena todas as vezes em que surge na tela. Genial. Até dá pra assistir, mas só se não tiver nada, mas bota nada realmen...