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Eu estarei lá

Beira-Rio, 18 de agosto me espera.

Sim, fui um dos felizardo s que conseguiu ingresso para assistir a grande final da Libertadores, na qual o Colorado precisa apenas do empate para ser campeão, exatamente como em 2006.

Ainda sobre os efeitos etílicos que ver o jogo na companhia dos meus bruxos na casa do Paulinho, me trouxeram, tentarei escrever sobre a minha emoção perante esse momento.

Com as cores drámaticas de tomar um gol achado no último suspiro do 2º tempo, o Inter manteve a tranquilidade e a agressidade, virando um placar fora de casa, como ainda não tinha feito esse ano na Libertadores.

É quase impossível segurar o clima de já ganhou, devido à diferença de qualidade entre as duas equipes demonstrada nessa quarta.

Embora futebol seja um esporte ingrato, onde nem sempre vença a melhor equipe, a diferença de qualidade técnica entre Inter e Chivas é abissal.

É quase surreal imaginar que o time mexicano vença o Inter aqui, se mantiver o futebol minúsculo que apresentou na sua própria casa.

O coração colorado está quase na boca e só vai voltar para o lugar quando o árbitro apitar final de partida no Beira-Rio e der o bi ao colorado.

Ansiedade demais. Tenho que terminar o texto antes de começar a escrever bobagens em quantidade industrial.

VAMO, VAMO INTER!!!!!!!!!! (não resisti...)

Comentários

Unknown disse…
Grande Barbosa, infelizmente não vais estar conosco, assistindo a finalíssima lá na casa do Paulinho, porém vais estar no templo colorado e de lá vais mandar mais energia pra nós que estaremos aqui, te prepara meu bruxo, vamos dar a segunda demão de tinta vermelha na américa.
P.S: Acho que não dormi ainda.
Élbio Porcellis disse…
O efeito etílico foi grande mesmo pois o gol do Chivas foi achado "no último suspiro" do primeiro tempo e não do segundo! kkkkkkkkkkkkkkkk
Mas está justificado. Ganhamos com propriedade, amassando. Se fossem três ou quatro a um, seria normal.
Abração!

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