Pular para o conteúdo principal

Lista do Barbosa - 14/08/2011


Promessa é dívida. Tá aí o post que o Paulinho tanto esperava!

Mas antes uma informação: eu inacreditavelmente me confundi e deixei todo o julho sem um Lista. Tinha certeza que o Lista do Stephen King tinha sido mês passado, mas foi feito no fim de junho.

Então, daqui a duas semanas, vou fazer um segundo Lista para compensar... (eu adoro fazer isso mesmo, está ótimo.)

Mas voltando ao post de hoje, falarei sobre um cinema que me agrada bastante (aliás, já falei sobre todos esses filmes aqui no blog; esse Lista é só uma compilação rápida deles - para ler a resenha completa, é só clicar no título-link).

Sem mais delongas, lá vai: hoje é dia da minha lista de 10 Filmes Coreanos Legais:



Um casal que nunca se viu antes, ambos acabando de passar por desilusões amorosas e que começam a se relacionar através dos sonhos dele e do sonambulismo dela, interagindo suas emoções reprimidas através deste mundo onírico.

Só que as consequências no mundo real não são as esperadas... Cheio de simbolismos e alegorias, é bem interessante e original.

Nota: 6.0



Filme de ação eficiente no velho esqueminha de cara que teve a família liquidada e sai em busca de vingança.

Não é excepcional, mas diverte.

Nota: 6.5






O primeiro filme da Trilogia da Vingança é interessante, mas bem inferior aos dois posteriores.

Conta a história de um rapaz que sequestra uma menina para conseguir dinheiro para comprar um rim para sua irmã no mercado negro.

Tem altos e baixos, mas é um bom filme policial.

Nota: 6.5



Mais um do diretor Park Chan-wook, da Trilogia da Vingança. É um filme de vampiro diferente de tudo que já foi feito no gênero.

Todo intrincado e cheio de metáforas, é bacana, mas longe dos melhores dele.

Nota: 6.5





Poético e filosófico, conta a saga de um homem, desde a infância até a sua maturidade, através de todas as quatro estações, até voltar novamente à primeira, simbolizando os ciclos da vida.

Filme tocante e visualmente muito bonito.

Nota: 7,0





Filme baseado em fatos reais, sobre o primeiro serial killer conhecido na Coreia do Sul.

Baita filme de suspense, estilo Zodíaco (não tão bom quanto aquele filmaço, é bom que se diga...).

Nota: 7,5



Filme de monstro com surpreendentes e ótimos efeitos especiais (by Weta, a mesma empresa que fez os efeitos de O Senhor dos Aneis).

Tem cenas supertensas e outras muito engraçadas, montando um espectro inusitado e muito interessante. Para os fãs de horror, é obrigatório.

Nota: 7,5



Mãe é mãe em qualquer lugar do mundo e na Coreia não é diferente.

Aqui, uma mãe hiperprotetora tem que cuidar de seu filho deficiente, que é acusado de assassinar uma garota.

Ela começa a investigar a complexa trama por conta própria e assim vai até o desfecho matador.

Baita filme!

Nota: 8,0



O 3º filme da Trilogia da Vingança é uma paulada.

Começa com uma narrativa toda desencontrada, mas depois que as pontas vão se amarrando, a coisa vai oprimindo o espectador que ao fim se depara com um plano diabólico - e a gente não sabe se torce para ele dar certo ou não...

É daqueles que desperta fortes emoções em qualquer plateia.

Nota: 8,5



The best of. Esse é o filme que Spielberg e Will Smith queriam refilmar. Boas credenciais, né?

O 2º filme da Trilogia da Vingança conta a história de Oh Daesu, um homem que em certo dia acorda em um quarto e lá, fica preso por mais de 10 anos.

É doido do início ao fim e tem um clímax monstruoso, que certamente faz dele um dos melhores filmes deste milênio.

É punk, mas é imperdível.

Nota: 10!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Filme: A Esposa

The Wife EUA 101 min Direção: Elenco: Gleen Close,  Jonathan Pryce, Christian Slater Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe e sua carreira literária. Assediada por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos enterrados finalmente virão à tona. Gosto de filmes que começam de um modo e aos poucos vão se revelando e mudando as expectativas iniciais da trama. Este é um deles.  Um roteiro cheio de sutilezas, bem dirigido e potencializado por ótimas atuações, em especial, claro, da Gleen Close. Olivia Colman foi bem em A Favorita, mas nem perto do desempenho da protagonista deste filme aqui. Tanto as palavras quanto os silêncios dela dizem tudo. Performance sensacional, mesmo. ...

Filme: Moneyball - O Homem Que Mudou o Jogo

Moneyball EUA, 2011 - 132 min Drama Direção: Bennett Miller Elenco: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman, Robin Wright Adaptação do livro Moneyball: The Art of Winning An Unfair Game . Conta a história de um gerente de um pequeno time de basebol que revolucionou o esporte ao trazer um sofisticado programa de estatísticas feitas em computador para o clube. Assim, ele conseguiu fazer com que sua equipe ficasse entre as melhores no início do século. Filme de esporte padrão, talvez mais interessante por ter um envelhecido Brad Pitt (agora sim, já aparentando no rosto os seus quase 50 anos, embora tenha corpo de 25...) do que pela sua história verídica, que não passa de interessante, apenas. Boas atuações, tudo certinho, inclusive está indicado a Melhor Drama do vindouro Globo de Ouro, mas nesse gênero, já vi inúmeros melhores (o que me dá uma ideia boa para o próximo Lista ...). Nota: 7,0 Cotação no IMDb: 7.9 (18.500 votos) Trailer legendado

Festival Hitchcock - Últimas Grandes Obras: "Cortina Rasgada"

Cortina Rasgada Torn Courtain EUA, 1966 - 128 min Suspense Direção: Alfred Hitchcock Elenco: Paul Newman, Julie Andrews Esse filme foi o último de Hitch a ter um grande elenco (dizem que ele ficou indignado de pagar U$ 750 mil para cada um dos protagonistas) e também o que marcaria, o fim de uma parceria histórica. O grande compositor Bernard Herrmann, aqui atacou de escritor e foi o autor do primeiro roteiro deste filme. Só que o texto foi tão, mas tão mexido, que liquidou com a relação entre os dois gênios. Inclusive Paul Newman, que gostava de discutir seus filmes com os autores, enumerou vários problemas nele para Hitchcock, o que foi mais um motivo de atrito na produção. Hitch também não era dos maiores apreciadores de que Julie Andrews estrelasse o filme. Segundo ele, o público esperaria que ela, recém-oscarizada por Mary Poppins, fosse cantar a qualquer momento... Entretanto, na minha opinião, o filme é muito bom, com o par central - especialmente Newman - dando um show na pele ...