Pular para o conteúdo principal

Filme: Conviction

EUA, 2010 - 107 min
Drama
Direção: Tony Goldwyn
Elenco: Hilary Swank, Sam Rockwell, Minnie Driver, Juliette Lewis, Melissa Leo

Baseado na história real de Betty Anne Waters, mulher que uma mulher que não completou o ensino médio, mas ao ver seu irmão preso ela resolve estudar direito para tirá-lo da cadeia.

Parece que a já bioscarizada Hilary Swank gostou dessa brincadeira. A trama da mulher que busca provar a inocência do irmão e ainda que tem equilibrar isto com sua vida de mãe solteira e profissão, tem todos os ingredientes que a Academia adora.

Mas realmente, essa história verídica é mesmo fantástica, com aquelas pitadas tão improváveis que se não tivessem de fato acontecido, diríamos que são coisas de filmes.

O elenco é excelente, com, além de Swank, um Sam Rockwell no auge da forma e uma grande, grande participação especial da sumida Juliette Lewis (aliás, não me surpreenderia se ela fosse indicada para o Oscar, ao invés ou junto do par central).

Além disso, a direção de Tony Goldwyn (lembram do malvado Carl, de Ghost? Pois, é, virou um baita diretor) é perfeita e mesmo com um filme onde o desfecho é previsível, ele explora ao máximo todas as situações em volta e as emoções dos personagens, com feeling na medida.

Para mim que adoro filmes baseados em histórias reais, foi joia.

Nota: 8,0

Cotação no IMDb: 7,2 (3.416 votos)

Trailer sem legendas


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Filme: A Esposa

The Wife EUA 101 min Direção: Elenco: Gleen Close,  Jonathan Pryce, Christian Slater Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe e sua carreira literária. Assediada por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos enterrados finalmente virão à tona. Gosto de filmes que começam de um modo e aos poucos vão se revelando e mudando as expectativas iniciais da trama. Este é um deles.  Um roteiro cheio de sutilezas, bem dirigido e potencializado por ótimas atuações, em especial, claro, da Gleen Close. Olivia Colman foi bem em A Favorita, mas nem perto do desempenho da protagonista deste filme aqui. Tanto as palavras quanto os silêncios dela dizem tudo. Performance sensacional, mesmo. ...

Filme: Moneyball - O Homem Que Mudou o Jogo

Moneyball EUA, 2011 - 132 min Drama Direção: Bennett Miller Elenco: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman, Robin Wright Adaptação do livro Moneyball: The Art of Winning An Unfair Game . Conta a história de um gerente de um pequeno time de basebol que revolucionou o esporte ao trazer um sofisticado programa de estatísticas feitas em computador para o clube. Assim, ele conseguiu fazer com que sua equipe ficasse entre as melhores no início do século. Filme de esporte padrão, talvez mais interessante por ter um envelhecido Brad Pitt (agora sim, já aparentando no rosto os seus quase 50 anos, embora tenha corpo de 25...) do que pela sua história verídica, que não passa de interessante, apenas. Boas atuações, tudo certinho, inclusive está indicado a Melhor Drama do vindouro Globo de Ouro, mas nesse gênero, já vi inúmeros melhores (o que me dá uma ideia boa para o próximo Lista ...). Nota: 7,0 Cotação no IMDb: 7.9 (18.500 votos) Trailer legendado

Filme: A Origem

Inception EUA / Reino Unido , 2010 - 148 min Ficção Científica / Ação Direção: Christopher Nolan Elenco: Leonardo DiCaprio, Ellen Page, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard, Ken Watanabe, Tom Hardy, Cillian Murphy, Tom Berenger, Dileep Rao, Michael Caine, Lukas Haas, Pete Postlethwaite Christopher Nolan conseguiu novamente. Ele executou uma obra sem precedentes na história do cinema (como já havia feito com O Cavaleiro das Trevas ), um filme de elementos tão intrincados que jamais houve algo parecido. É o tipo de filme que o pretensioso David Linch sempre quis fazer e nunca teve alcance para tal. É uma doideira total, mas com uma linha concreta, tendo início, meio e fim (e que fim!), diferentes das viagens do diretor do medonho e sem nexo, Império dos Sonhos . Parece uma obra inconcebível do ponto de vista prático, pois é tão complexo, com tantas ações oníricas acontecendo simultaneamente que para o público e o próprio diretor se perderem, seria muito fácil. E claro, como Nolan é um...