Pular para o conteúdo principal

Inter 2 x 0 Palmeiras

Nada como a casa da gente.

Depois de 2 jogos duríssimos (muito por culpa do próprio Inter) fora de casa, o Colorado reencontrou no Beira-Rio parte daquele futebol que estava encantando o Brasil.

Começando o jogo com o time quase reserva e acabando quase com o titular - por sinal, o 2º gol teve participação direta dos 3 titulares que entraram no 2º tempo - tapou os beiços do Luxenburgo.

Chegou em POA falando um monte de bobagens e teve que sair com o rabo entre as pernas. Desdenhou do time do Inter, falou que a Sul-Americana era competição de 2ª linha - ele que desde 2004 só sabe ganhar campeonatos estaduais.

O Palmeiras tomou 2 cocos dum Santos meia-boca no Paulista, classificou duas vezes na bacia das almas na Libertadores e o Luxa ainda quer falar alguma coisa!

Ele é o maior filho da dupla grenal jogando aqui no sul. Foi a coisa mais bem feita que poderia acontecer.

Como falei num post anterior, o Taison só precisava de companhia para jogar bem de novo. Não fez gol, mas teve com quem tabelar, pode ser mais ousado e foi um dos melhores em campo. Só não jogou mais que o Sandro, o melhor 1º volante do Brasil.

Bolívar e Danny formaram uma zaga ainda melhor que a titular. Danilo joga de lateral mais que o Bolívar.
Marcelo Cordeiro, rápido e participativo, jogou muito bem.
Rosinei erra muitos passes, marca mais ou menos, mas pelo menos faz uma baita correria, dando opção de passe, confundindo a marcação adversária o tempo todo.

Andrezinho e Glaydson foram um pouco mais discretos que de costume, mas foram corretos. Alecsandro foi quem eu achei um pouco abaixo desta vez.

Em suma: o time marcou muito bem e criou bem mais chances de gol que o Palmeiras. Fez dois gols e ganhou merecidamente.

Agora é completar a "saga" dos 4 jogos contra gigantes (3 times-1 mundial, 2 libertadores,13 títulos brasileiros, 6 copas do Brasil, etc).
Tem que ir pra cima do Flamengo e fazer o serviço com 55 mil colorados empurrando todo o jogo.

Não vai ser fácil, mas pelo que o time vem jogando, eu acredito.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Filme: A Esposa

The Wife EUA 101 min Direção: Elenco: Gleen Close,  Jonathan Pryce, Christian Slater Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe e sua carreira literária. Assediada por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos enterrados finalmente virão à tona. Gosto de filmes que começam de um modo e aos poucos vão se revelando e mudando as expectativas iniciais da trama. Este é um deles.  Um roteiro cheio de sutilezas, bem dirigido e potencializado por ótimas atuações, em especial, claro, da Gleen Close. Olivia Colman foi bem em A Favorita, mas nem perto do desempenho da protagonista deste filme aqui. Tanto as palavras quanto os silêncios dela dizem tudo. Performance sensacional, mesmo. ...

Filme: Moneyball - O Homem Que Mudou o Jogo

Moneyball EUA, 2011 - 132 min Drama Direção: Bennett Miller Elenco: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman, Robin Wright Adaptação do livro Moneyball: The Art of Winning An Unfair Game . Conta a história de um gerente de um pequeno time de basebol que revolucionou o esporte ao trazer um sofisticado programa de estatísticas feitas em computador para o clube. Assim, ele conseguiu fazer com que sua equipe ficasse entre as melhores no início do século. Filme de esporte padrão, talvez mais interessante por ter um envelhecido Brad Pitt (agora sim, já aparentando no rosto os seus quase 50 anos, embora tenha corpo de 25...) do que pela sua história verídica, que não passa de interessante, apenas. Boas atuações, tudo certinho, inclusive está indicado a Melhor Drama do vindouro Globo de Ouro, mas nesse gênero, já vi inúmeros melhores (o que me dá uma ideia boa para o próximo Lista ...). Nota: 7,0 Cotação no IMDb: 7.9 (18.500 votos) Trailer legendado

Festival Hitchcock - Últimas Grandes Obras: "Cortina Rasgada"

Cortina Rasgada Torn Courtain EUA, 1966 - 128 min Suspense Direção: Alfred Hitchcock Elenco: Paul Newman, Julie Andrews Esse filme foi o último de Hitch a ter um grande elenco (dizem que ele ficou indignado de pagar U$ 750 mil para cada um dos protagonistas) e também o que marcaria, o fim de uma parceria histórica. O grande compositor Bernard Herrmann, aqui atacou de escritor e foi o autor do primeiro roteiro deste filme. Só que o texto foi tão, mas tão mexido, que liquidou com a relação entre os dois gênios. Inclusive Paul Newman, que gostava de discutir seus filmes com os autores, enumerou vários problemas nele para Hitchcock, o que foi mais um motivo de atrito na produção. Hitch também não era dos maiores apreciadores de que Julie Andrews estrelasse o filme. Segundo ele, o público esperaria que ela, recém-oscarizada por Mary Poppins, fosse cantar a qualquer momento... Entretanto, na minha opinião, o filme é muito bom, com o par central - especialmente Newman - dando um show na pele ...